animais na pista
Realização Mil Folhas Produções Artísticas
Produção Gelatina Cultural  - Job: Produção Executiva
Ali é uma mulher solitária que resolveu sair da metrópole e agora vive ao lado de uma via expressa. Um dia, recebe uma amiga de longa data, Janete, e seu namorado, Leo, para jantar. Algo acontece entre Ali e esse misterioso homem que é capaz de mudar o rumo daquele encontro aparentemente amigável. “ANIMAIS NA PISTA” critica os modelos existente de amor entre duas pessoas, com um olhar por vezes enviesado, patético e sangrento, realizando uma espécie de autópsia das relações amorosas contemporâneas. Trata-se de uma comédia de suspense com uma linguagem baseada em referências cinematográficas. 
os adultos estão na sala
Realização A Má Companhia Provoca
Produção Gelatina Cultural  - Job: Produção Executiva
Comédia dramática com uma hora de duração, Os Adultos estão na sala disseca as aflições contemporâneas da vida nas metrópoles, o consumo, as fronteiras entre o público e o privado, o problema social do crack, as manifestações populares. Tudo isso dentro de um apartamento, onde três mulheres adultas conversam na sala e um menino - que nunca aparece - as escuta dentro de um quarto. O que será que pode acontecer quando uma criança se dá conta dos problemas que a vida adulta lhe trará.
reality (final)
Realização A Má Companhia Provoca
Produção Gelatina Cultural  - Job: Produção Executiva
A peça mostra as últimas semanas de vida de uma atriz que, doente e sem dinheiro, volta ao canal que a desprezou participando de um reality show. Os personagens vivem, na vida privada, a doença, a morte, o fracasso e  as crises familiares. Ao mesmo tempo, habitam a sociedade do espetáculo e os extremos de um reality show de doentes terminais. Na dramaturgia original e com total ausência de pudor, o que parece mórbido é, na verdade, uma comédia que nos faz refletir sobre a vida e seus limites.
terra de ninguém
Realização Club Noir
Produção Gelatina Cultural  - Job: Produção Executiva

TERRA DE NINGUÉM, de Harold Pinter (vencedor do Prêmio Nobel), é uma obra-prima inédita no Brasil, que condensa as características revolucionárias do teatro do dramaturgo inglês.Em uma noite, um homem rico (Edwin Luisi) passeia nas ruas e encontra um homem pobre (Luis Melo), convidando-o a entrar em sua casa. Eles bebem juntos e se torturam mutuamente, em jogos de poder degradantes.Dois homens jovens (Caco Ciocler e Pedro Henrique Moutinho), extremamente violentos, chegam à casa trazendo mais perigo e sadismo à situação. Aos poucos, toda sanidade vai ruindo, e o delírio alucinatório torna-se a regra: desaparecem as barreiras entre vida e morte, sonho e realidade, mundo interno e mundo externo...Os próprios personagens perdem suas identidades e as reconstroem obsessivamente, configurando o palco como uma zona de instabilidade: tensa, inquietante, perturbadora.Uma máquina-paranóica, que narcisisticamente cria sentidos, personagens e narrativas - apenas para destruí-los e reinventá-los.

Texto: Harold Pinter

Direção, tradução e adaptação: Roberto Alvim

Elenco: Luis Melo, Edwin Luisi, Caco Ciocler e Pedro Henrique Moutinho

tríptico samuel beckett
Realização Club Noir
Produção Gelatina Cultural  - Job: Produção Executiva
Espetáculo que sintetiza a obra de um dos maiores escritores do século XX: o irlandês Samuel Beckett, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura. A peça, com direção de Roberto Alvim, promove uma jornada pelas principais questões abordadas pelo autor. As atrizes Nathalia Timberg, Juliana Galdino e Paula Spinelli estão em cena interpretando uma mesma mulher em três idades de sua vida (infância, maturidade e velhice). Esta mulher personifica toda a humanidade, com suas dores, perplexidades, medos, fragilidades e anseios.

Texto: Samuel Beckett

Direção, tradução e adaptação: Roberto Alvim

Elenco: Nathalia Timberg, Juliana Galdino e Paula Spinelli

sit down drama
Produção e Realização Gelatina Cultural  - Job: Produção Executiva

Um famoso comediante brasileiro, Alves De, volta de uma turnê nos países escandinavos, e tenta contar uma piada engraçada. Num domingo a noite, num programa de grande audiência, ele apresenta seu novo número.

Mas, a opinião pública não gosta da piada e o massacra, tornando-o o bode expiatório de toda a sociedade.

“Sit Down Drama” tem um quê de premonitório. Foi escrita em 2008, muito antes, por exemplo, de grandes polêmicas e discussões envolvendo o direito sobre até onde vai a liberdade dos humoristas, programas de entrevistas e biografias não autorizadas.

O que Michelle Ferreira corajosamente discute nessa peça é o país e suas condições de liberdade de expressão.